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A AMAZÔNIA INVISÍVEL

Até onde vai a perseverança frente à fatal invisibilidade?

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SOMOS DO TAMANHO DOS NOSSOS SONHOS

O ser humano é sujeito de expectativas, a partir da projeção dos seus sonhos, desejos e vontades. Essa característica, ao lado da consciência, nos diferencia no reino animal. Somos, por excelência, animais que traçam planos e objetivos.

 Para além de viver e morrer, nós desejamos, e isso dá sentido à nossa existência. Somos seres em constante busca por algo melhor, no cristianismo definido como o porvir. O problema não é sonhar, afinal, isso é imanente à condição humana, dotada de livre arbítrio. O problema é nunca poder concretizar sonhos!

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PALMA NO BIODIESEL

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O ÓLEO DE PALMA ESTÁ NA AGENDA DE INOVAÇÃO DA CÂMARA SETORIAL DO BIODIESEL

Meta de impacto

  • Chegar a 2028 com o B20 e tornar o Brasil maior produtor mundial de biodiesel.

Submetas

  • Diversificar matéria-prima em 2,7 milhões de toneladas (50% palma de óleo e 50% outras);
  • Melhorar logística de distribuição, aumentar esmagamento doméstico, safra e operação.

Ações estratégicas

  • Tornar o sistema produtivo mais sustentável e competitivo;
  • Ampliar a área plantada de palma de óleo para 350 mil hectares;
  • Ampliar a participação da agricultura familiar e de médios produtores.
  • Desenvolver cultivares híbridas e aprimorar o sistema de produção;
  • Instituir linhas de crédito adequadas às culturas perenes (5 a 8 anos);
  • Avaliar a instalação de usinas de biodiesel nas regiões Norte e Nordeste;
  • Ampliar infraestrutura de produção de sementes e mudas de palma de óleo;
  • Aprovar o PL 7326/10, Programa de Produção Sustentável da Palma de Óleo no Brasil;
  • Desenvolver pesquisas para respaldar registro/extensão de defensivos para a palma de óleo.

Acesse a íntegra do documento aqui: 

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RESTAURAÇÃO e CONSERVAÇÃO

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NOSSOS GRANDES DESAFIOS: RESTAURAÇÃO e CONSERVAÇÃO
Belém, 31.10.2019

Tulio Dias, Gerente de Sustentabilidade da Agropalma, empresa associada Abrapalma, participou na tarde de hoje (31), em Belém, de evento promovido pela Aliança pela Restauração na Amazônia.

Segundo ele, “a Agropalma conta hoje com 4 mil funcionários em cerca de 40 mil hectares de área utilizada, enquanto conserva outros 60 mil hectares”. Ele acrescentou que conservar e restaurar paisagens em qualquer bioma, e em especial no bioma amazônico, é caro, custa tempo, dinheiro e requer empenho.

“Quer seja por força da lei, ou por visão de negócio para ganhar competitividade no mercado internacional, as medidas voltadas à proteção dos ativos florestais devem ser respeitadas, incentivadas e acompanhadas”, acrescentou.

Tulio destacou, ainda, que os processos de restauração podem ser bastante complexos e que muitas vezes falta conhecimento técnico sobre o assunto. Mas a complexidade regulatória, segundo ele, envolve práticas que nem sempre traduzem a realidade da vida no campo. O Código Florestal permite a supressão da vegetação nativa para uso alternativo do solo desde que preenchidos requisitos como o Cadastro Ambiental Rural (CAR), mas “Qual seria o grau de informação dos produtores, especialmente os pequenos, sobre o que foi declarado tecnicamente no Car?”, ele lançou a pergunta à plateia.

PAGAMENTO POR SERVIÇOS AMBIENTAIS

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PAGAMENTO POR SERVIÇOS AMBIENTAIS: oportunidade para a preservação das florestas e reconhecimento do produtor rural

Belém, 29.10.2019.

O presidente da Abrapalma, Roberto Yokoyama, participou nesta semana de reunião em São Paulo para debater a Política Nacional de Pagamento por Serviços Ambientais (PNPSA). O PL 312/15 foi aprovado na Câmara dos Deputados e segue para o Senado. A PNPSA vai disciplinar a atuação de órgãos públicos, organizações civis e empresas para a conservação da biodiversidade.

O Pagamento por Serviços Ambientais poderá acontecer por:

  • Comodato;
  • Cota de reserva ambiental;
  • Direto (monetário ou não);
  • Compensação vinculada a certificados de redução de emissões;
  • Prestação de melhorias sociais a comunidades rurais e urbanas;
  • Incentivos tributários para mudança no padrão de produção e recuperação de áreas degradadas;
  • Crédito com juros diferenciados para a produção de mudas de espécies nativas, recuperação de áreas degradadas e restauração de ecossistemas.